Sweet Brasil

A partir do momento em que a empresa decide atuar no mercado externo, além de se estruturar para o comércio exterior, ela acaba se desenvolvendo no processo gradual de busca de aprimoramentos, seja por meio de profissionalização, modernização, inovação e/ou outros fatores. Os ganhos adquiridos no processo refletem em aumento de competitividade tanto no mercado externo quanto no interno. Diversos estudos apresentam fortes evidências de que exportadores são mais produtivos em média do que os não exportadores.

“uma economia voltada às exportações obriga-se a adotar um conjunto de políticas coerentes, continuamente revisadas, para dar ao país as condições de enfrentar a concorrência externa e manter suas exportações em crescimento” Souza, N. J. (2009). Desenvolvimento Econômico.

Soma-se a isso o fato de o Brasil ser um dos maiores produtores do setor. Em produção de chocolate, por exemplo, o Brasil ocupa o quarto lugar, atrás de Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. Por outro lado, as exportações brasileiras do setor ainda correspondem a menos de 2% do total comercializado no mundo, indicando que ainda há muitas oportunidades a serem exploradas.

Enquanto o mercado brasileiro de confectionery é de cerca de 12,8 bilhões de dólares, por exemplo, o mercado mundial é de 196,5 bilhões, e cresce em média 4% ao ano. Soma-se a isso a receptividade estrangeira em relação ao Brasil e o fato de que diversos países anseiam conhecer os produtos e sabores típicos brasileiros.

Principais benefícios do Comércio Exterior:

Antecipação à concorrência internacional;
Diversificação e aumento de mercados e clientes;
Incentivos fiscais;
Diminuição da capacidade ociosa;
Melhoria na gestão e operação;
Know how internacional;
Nome, marca e imagem internacional;
Papel social das exportações (colaborar na geração de saldo positivo na balança de pagamentos).